// arquivos

violência

Esta tag está associada a 13 posts

Pokémon GO: diversão perigosa

O alicativo já conquistou milhões de fãs, e no Brasil não foi diferente, mas vários usuários foram roubados enquanto jogavam pelo país Pokémon GO é um jogo em que é preciso capturar criaturas virtuais em cenários do mundo real. O sistema de GPS do celular avisa quando um pokémon está por perto para ser capturado. Mas a total distração dos […]

Reduzir a maioridade é seguro?

Foi aprovada na Câmara dos Deputados em Brasília a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para que a maioridade penal seja reduzida de 18 para 16 anos quando se trata de crimes hediondos, como homicídio qualificado, estupro, extorsão e latrocínio. A proposta prevê que esses crimes sejam julgados de acordo com o Código Penal vigente. Ainda não está certo se a proposta será aceita no Senado, mas é importante que independente do resultado haja uma conscientização geral e outras medidas sejam tomadas diante desse problema. Esses jovens não irão cometer um menor número de delitos, mesmo correndo o risco de serem presos. Apenas trocarão a carteira da sala de aula pelo chão da cela, e seus professores por um chefe do crime.

Violência nos estádios brasileiros

Ir aos estádios brasileiros acompanhar jogos de futebol está se tornando cada vez mais difícil por conta da violência. Não à toa o Brasil ocupa o posto de país com mais mortes em estádios, graças a rixas entre facções que se denominam “torcidas organizadas”. Desde o final da década de 40 com o surgimento no Brasil das torcidas organizadas ou uniformizadas, o índice de mortes nos estádios brasileiros vem aumentando. Hoje em dia existem mais de 200 organizadas no Brasil, e a maioria delas já brigou entre si por causa de futebol, comprometendo vidas e depredando patrimônios.

Estupro: universidade reprova?

Os escândalos de violências sexuais envolvendo universidades, em destaque a Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), geraram uma CPI na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) que registra mais de 110 suspeitas de abusos sexuais num intervalo de 10 anos. Houve relatos de abusos, não apenas sexuais, em sete instituições, como Unicamp, Unesp, Unifesp, PUC-SP e PUC-Campinas. A cultura do trote violento e a apologia ao estupro nas universidades do Brasil é uma questão extremamente preocupante. As universidades não influenciam apenas na carreira profissional de seus estudantes, seu ambiente e a forma como as pessoas se relacionam; podem influenciar de forma significativa sua personalidade.

Crimes de guerra ou massacre?

No dia 24 de abril deste ano completou-se o centenário do Genocídio Armênio, um dos primeiros e mais brutais massacres do século XX, comandado pelos turco-otomanos. Atualmente, o genocídio possui pouco reconhecimento. Alguns países como Líbano, Argentina, França e Alemanha (que inclusive admitiu parcela de responsabilidade do genocídio por enviar soldados para auxiliar no planejamento) reconheceram a atrocidade feita, enquanto que outros países não reconhecem, indiretamente para não abalar relações econômicas com o governo turco.

Proibir não é inibir

O Brasil está em uma guerra declarada contra as drogas . Apesar de não ser um assunto sobre o qual ponderamos todos os dias, somos afetados diariamente por essa guerra. Violência, tráfico, pobreza, abuso de poder policial, corrupção… São somente algumas de suas consequências.

Mercado verde

Em 1971, os Estados Unidos declararam guerra às drogas. Não deu certo. Ao contrário do pretendido, o tráfico aumentou significativamente, e assim a violência e todas as suas consequências. O consumo nunca foi controlado. Esse fracasso é apenas a constatação da inutilidade da insistência nessa política repressiva e irracional.

A guerra invisível

Em 2012, 106 policiais militares foram mortos no estado de São Paulo em uma onda de execuções organizadas pela facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Apesar da gravidade dos conflitos, pouco foi feito para tentar conter a ação dos criminosos: tudo que o governo fez foi tentar abafar os casos para que a população não se sentisse ameaçada. O que mais chamou a atenção nesses acontecimentos foi a indiferença do Estado, da população e da própria polícia em relação aos crimes. O problema foi tratado como algo corriqueiro – é tão comum que nossos noticiários tenham mais da metade de suas notícias relacionadas à violência que passamos a aceitá-la como algo normal em nossas vidas.

A polícia segue a lei… ou persegue?

Não podemos negar que a violência policial está presente nos dias de hoje, e também não podemos deixar de lado o fato de essa não ser uma ação “pequena”, muito menos recente ou de pouca repercussão. Esse tipo de violência vem se perpetuando principalmente desde o fim da ditadura militar no Brasil e ainda vai perdurar por muito tempo se alguma ação não for tomada por parte do governo. Esse é um problema gravíssimo, não cabendo a nós simplesmente ter a atitude de querer mudá-lo da noite para o dia, ou também como acontece, ignorá-lo completamente. Conscientizar as pessoas em relação a esse assunto é fazer com que a sociedade se torne a personagem principal na luta contra essas atitudes, não mais apenas sofrendo as suas consequências, e sim indo contra suas causas. – Por: Arthur Trama e Gabriel Borges.

O esporte como guerra

A rivalidade é uma disputa que se baseia em competidores lutando por um mesmo objetivo. No caso do esporte, esse objetivo é a vitória, seja entre atletas ou equipes. Diferente da competição, a rivalidade mostra um confronto mais acirrado e tenso entre os participantes. E, claro, todo mundo deve saber o quanto é melhor ganhar do rival, do que ganhar de qualquer outro competidor, não é mesmo? Hoje em dia, em diferentes esportes pelo mundo, podemos encontrar vários casos de rivalidade. Elas geralmente acontecem entre duas equipes de um mesmo bairro, ou cidade. Porém, algumas delas são tão pesadas, que o importante não é só competir e nem vencer: é “esmagar” o oponente.