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Brasileiros atenienses

Muitas pessoas falando alto, pedindo melhorias e discutindo política. Essa cena familiar se passa na Grécia Antiga, mais precisamente em Atenas, local em que o termo democracia apareceu pela primeira vez, criado pelo político ateniense Clístenes, em 508 a.C. Mais de dois mil anos depois, tal cenário também é visto no Brasil dos últimos três anos, período no qual dezenas de manifestações já aconteceram. Tudo começou em 2012, com o aumento das passagens de ônibus. Desde então, vemos um grande número de insatisfações, já há muito tempo “aceitas” (ou habituais), voltarem à superfície do mar agitado de problemas que a população brasileira luta para atravessar e finalmente chegar à praia do desenvolvimento. – Por: Victoria Raiol.

O discurso vazio das manifestações brasileiras

As manifestações que ocorrem desde junho em diversas cidades do Brasil estão afastando-se do objetivo inicial proposto. Os protestos começaram por meio de eventos criados na rede social Facebook, por membros do Movimento Passe Livre (um movimento social brasileiro que luta por um transporte público de qualidade) com objetivo da revogação no aumento da tarifa dos ônibus, em 20 centavos. O que começou com, na maioria, jovens ligados a ideias de esquerda, passou a ser tomado por ideias voltadas à pessoas de direita: com bandeiras do Brasil, cantando o hino, cartazes com discursos totalmente vazios e, muitas vezes, fascistas, uma vez que defendiam ideias radicais que iam contra uma democracia liberal. A partir disso, milhares de pessoas aderiram ao movimento “lutando” por direitos. O que é preocupante é o que as pessoas sem menor experiência política (e totalmente manipuladas por mídias sensacionalistas) estão demandando. – Por: Camila Reis e Luiza Rossi.

Geração da inform…ação?

Procura-se atitude no jovem do século XXI. Ao dar uma revisada na história, são encontrados diversos movimentos juvenis que conseguiram “movimentar” o mundo. No entanto, isso não é utilizado como um incentivo à geração atual que, por sua vez, está imóvel … perdida? Talvez. Resta saber se são apenas considerados perdidos, ou se realmente estão. – Por Carolina Piai Vieira