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A inovação nos jogos mobile

Pokémon GO é um jogo para dispositivos móveis lançado em 6 de julho de 2016, no qual você pode capturar diferentes monstros dependendo da sua localização no mundo real. Para essa experiência o jogo utiliza o GPS (Global Positioning System) com o objetivo de mostrar diferentes Pokémon que podem ser capturados: dependendo de sua localização os tipos de monstros que apareceram serão diferentes. O lançamento de Pokémon GO teve muita repercussão nas redes sociais e nos programas de notícias devido aos problemas que esse jogo gerou para muitas pessoas, ocasionando assaltos e acidentes. Contudo, um ponto que não teve muita discussão devido às diversas críticas direcionadas aos riscos do jogo foi a revolução que esse jogo poderia apresentar para o universo mobile.

Drástica realidade aumentada

O game “Pokémon Go” chegou ao Brasil, e assim como o número de jogadores vem crescendo a cada dia, a quantidade de atropelamentos e assaltos a celulares também aumentou.

Internet, avanço ou retrocesso?

Em pleno século XXI, a internet é de extrema importância para todos nós, tanto na escola, como no trabalho e na vida social. Porém, como tudo em excesso, a internet se não regulada e utilizada com cautela pode nos atrapalhar. É evidente que a internet nos traz diversos benefícios, mas de acordo com estudos realizados pela University College of London, seu uso acaba prejudicando principalmente os estudos de jovens e adolescentes.

E-Sports: real ou ficção?

Nossa geração nasceu na era tecnológica: computadores, celulares, televisões… a tecnologia está muito presente na nossa vida e não podemos mais nos imaginar sem ela. Algo muito presente nessa tecnologia são os jogos e vídeo games. “E-Sports” é como são conhecidas ou intituladas as competições de jogos pelo mundo todo. Do mesmo jeito que basquete e futebol são chamados de “esporte” e as pessoas que jogam são esportistas, os games, quando jogados competitivamente, são chamado de “E-Sports” e os jogadores são “gamers profissionais”.

Cultura Mario Bros.

Recentemente, Marta Suplicy, atual ministra da cultura, criou o “Vale-Cultura”; beneficio de 50 reais que serão dados a trabalhadores que recebem até 5 salários mínimos para que possam ter acesso a cultura, proposta que se assemelha aos “vale-transporte” e “vale-refeição”. Até então a proposta não tinha nenhum problema… até que perguntou-se à ministra se os “vide games” fariam parte dos produtos que poderiam ser adquiridos nesse vale. E a resposta foi um não, pois, segundo Suplicy, “video game não é cultura”.

Liberdade? Acesso negado!

Recentemente testemunhamos diversas tentativas de censura por parte dos governos americano e brasileiro contra a área de entretenimento, tanto em âmbito global por parte dos EUA com a internet, quanto em âmbito nacional por parte do nosso governo contra jogos de videogames considerados violentos. Ambos os projetos foram rejeitados em seus respectivos congressos, principalmente pela recusa de grande parte da população contra eles. Contudo, vale lembrar que nada impede que projetos como esses voltem a aparecer, e cabe a nós como cidadãos permitir ou não suas aprovações. Infelizmente, em pleno século XXI, na “sociedade livre”, ainda temos que lidar com o atraso da censura. Por: Pedro Henrique Lemos e Ulisses Casemiro.

Games matam?

Mas eles matam o que? Muitos pensam que eles matam pessoas, já outros pensam que eles também matam cultura e costumes. Atualmente, uma realidade muito triste e assustadora está cada vez mais frequente: o fato de adolescentes e crianças se suicidarem e /ou matarem colegas em escolas e ambientes públicos. A grande questão é por que isso acontece? Pensa-se que o grande culpado deses fatos sejam os games. Porem, será verdade? Será que a real causa desses acontecimentos são os jogos?

Novos games chegaram… há anos

Desde que foi lançada, em meados de 2006, a nova geração de consoles de videogames vêm disputando para ver quem é o melhor do mercado e quem conquistará mais fãs ao redor do mundo. Com um público mais jovem (6-13 anos de idade, em média), o console da Nintendo, Wii, conseguiu conquistar famílias e crianças do mundo todo com seus jogos divertidos e com gráficos inferiores aos seus concorrentes, porém trazendo uma inovação na jogabilidade, que consiste no movimento do controle para realizar certas ações similares dentro do jogo. Mas e quanto a adolescentes e adultos que querem sangue em alta definição? Para este público cabe ao Playstation 3, da Sony, e ao Xbox 360, da Microsoft, lutarem para ganhá-lo, e, sendo assim, desde que saíram pela primeira vez às lojas, estes dois consoles parecem estar em uma batalha acirrada até hoje. Porém eles parecem não ter percebido que podem acabar perdendo para um adversário que se tornará imbatível: o computador.