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Censurando nossos professores?

A instabilidade política atual de nosso país causou discussões em todas as instâncias, incluindo a escolar. Por isso, é normal que os professores e mentores sejam perguntados sobre política ou queiram emitir suas opiniões sobre o assunto. O projeto de lei “Escola sem Partido”, apresentado por Marcel van Hattem (PP), quer colocar limites e regras para o que é falado nas escolas, não só sobre assuntos atuais, mas sobre qualquer questão que possa ser interpretada de mais de uma maneira, com o objetivo de acabar com a “doutrinação ideológica” nas salas de aula. Mas estaria sendo promovida a imparcialidade no ensino ou a censura de intelectuais? – Por: Mateus Alvarenga.

Educação e criatividade: uma conexão essencial

A criatividade pode ser definida como a capacidade de criar, produzir ou inventar, mas muitos acreditam que ser criativo é algo exclusivo. Apenas algumas pessoas nasceram criativas, um pouco “loucas”, que pensam fora da caixa (“think outside the box”). Com essa definição generalizada, acabamos seguindo padrões com medo de se arriscar, medo de sermos criativos demais e não chegarmos a lugar algum. Desse modo, as pessoas acabam se privando de oportunidades e até mesmo de encontrar seus talentos. – Por: Laura Gerab da Veiga.

A harmonia da vida

A música é muito influente em nossas vidas desde pequenos, e se tornará cada vez mais importante com o passar dos anos e das gerações. Ela se mostra como uma ciência exata, com suas métricas e regras de harmonia, mas também como uma forma de arte, com sua capacidade de nos provocar emoções e sensações. Sendo assim, quais seriam sua aplicações e a melhor forma de compreendê-la?

A sombra da ditadura na educação pública

A Ditadura Militar (1964-1985), um dos momentos mais sofridos e polêmicos de toda a história brasileira, teve grande influência na rotina dos que viveram nessa época. Mas o que nem todos percebem é que esse regime tem sua influência até os dias de hoje nas vidas dos brasileiros, como na educação pública recebida por grande parte deles. Para uma boa parcela da população, a educação precária recebida do Estado atualmente é, em parte, resultado de ações tomadas pelo governo militar daquela época. – Por: Guilherme Corrêa do Vale.

Tecnologia na sala de aula

O uso de telefones celulares e tablets, em um mundo atualmente dominado por tecnologia , mostrou-se algo cada vez mais comum, principalmente nos últimos anos com sua ascensão e seu desenvolvimento. Esse grande e rápido crescimento levou a muitas escolas e instituições de ensino autorizarem o uso de tablets em salas de aula para fins educativos. Segundo a pesquisa TIC Educação 2013, o uso da tecnologia em sala de aula, ainda é voltado para aprender como utilizá-la, e a sua apropriação é um grande desafio.

A catástrofe do ensino brasileiro

Há um abismo que separa educação pública e privada no Brasil – e a grande maioria das pessoas está ciente desse fato. Não é raro ver em jornais notícias sobre violência cometida pelos alunos, sobre os baixos salários dos professores ou ainda sobre a precariedade das escolas. Mas, vendo esporadicamente e vivendo longe dessa situação, esquece-se o quão miserável está a educação do país.

Retrocesso do ensino brasileiro

A cada ano que passa, podemos perceber uma piora no ensino brasileiro. Dados do “Relatório de olho nas metas 2012” informam que, em 2011, apenas 10% dos alunos que concluíram o ensino médio sabiam o que realmente deveriam saber de matemática. O país está se desenvolvendo e ganhando importância cada vez maior; entretanto, a educação dos jovens brasileiros retrocedeu de 2009, quando 11% dos alunos sabiam esses conteúdos de matemática. Em nenhum dos anos foi alcançada a meta de 20% dos alunos, estabelecida pelo movimento Todos pela Educação. Os inaceitáveis resultados do Ensino Médio causam preocupação na população. Além de tudo, são esses alunos que concorrerão à importante prova do vestibular, decidindo assim, na maioria dos casos, a carreira que irão seguir. Contudo, seria deplorável ver que esses resultados são os piores, comparado com o Ensino Fundamental.

Brasil: educação para todos?

A educação brasileira sofre com algumas falhas em conteúdos que são considerados essenciais para o ingresso de alunos nas faculdades nacionais. Essa deficiência educacional se dá devido ao pouco investimento do governo nessa área. Então, com o objetivo de tentar “esconder” essa falha, em 2012, o Estado propôs a lei de cotas, também chamada ação afirmativa. Essa lei é muito criticada pela população: muitos defendem e muitos são contra. Mas afinal, grande parte do povo brasileiro julga o sistema sem nem mesmo conhecê-lo, ou entender o porquê da sua existência. – Por: Guilherme Pacheco Garcia.

Preconceito no berço do saber

Os trotes universitários são tradições que são realizados há anos e que consistem em brincadeiras feitas pelos veteranos com os calouros. Podem ser saudáveis e alegrar todo começo de semestre e todos os participantes. No entanto, uma vez não controlados pela faculdade, como impor limites? Nos últimos anos, há registros de casos de trotes preconceituosos, racistas e homofóbicos. É preocupante que faculdades estão sendo cenários para crimes cruéis e até para assassinatos, já que se associam universidades com a formação de caráter profissional e psicológico.

iAulas: A evolução da educação

Mochila pesada, diversos livros, cadernos, estojo, quadro negro. Até pouco tempo atrás, isso era sinônimo de educação de qualidade, mas, hoje em dia, as coisas estão mudando. Com o avanço da tecnologia, não é surpresa nenhuma que diversas instituições de ensino, no Brasil e no mundo, estejam substituindo os livros e os cadernos por tablets em sala de aula. Apesar de um pouco polêmica, a utilização da tecnologia em aula apresenta grandes vantagens: um tablet é muito mais leve e prático de ser carregado do que uma mochila cheia de livros e cadernos, além de evitar o desperdício de papel. Até mesmo as aulas mais maçantes ficam mais interessantes com o material, além de estimular o interesse e a conectividade com o mundo de uma geração que não tem o hábito de sequer pegar em um jornal.