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Proibir não é inibir

O Brasil está em uma guerra declarada contra as drogas . Apesar de não ser um assunto sobre o qual ponderamos todos os dias, somos afetados diariamente por essa guerra. Violência, tráfico, pobreza, abuso de poder policial, corrupção… São somente algumas de suas consequências.

Mercado verde

Em 1971, os Estados Unidos declararam guerra às drogas. Não deu certo. Ao contrário do pretendido, o tráfico aumentou significativamente, e assim a violência e todas as suas consequências. O consumo nunca foi controlado. Esse fracasso é apenas a constatação da inutilidade da insistência nessa política repressiva e irracional.

As verdadeiras faces do crack

A epidemia do crack vem cada vez mais arruinando vidas e atinge, segundo dados do ministério da saúde, o número assustador de 600.000 usuários no Brasil.

Vício que mata

Segundo pesquisa da Universidade Federal de São Paulo(Unifesp), o índice de adolescentes e adultos usuários de drogas vem aumentando gradativamente. Ídolos mortos devido ao abuso dessas substâncias deixam um alerta. São e foram exemplos do que essas terríveis substâncias podem fazer. Segundo o secretário geral da ONU, Ban ki-moon, o consumo de estupefacientes mata uma pessoa a cada três minutos. Uma verdade assustadora que é a realidade de muitos jovens e adultos atualmente. – Por: Gabriella Moretti e Laryssa Freitas.

Drogas: quem ganha ou perde?

Você é uma daquelas pessoas que gosta de copiar as coisas que seus amigos fizeram ou fazem? Já passou pela sua cabeça, que nem todas as coisas que você e seus amigos pensam que são legais realmente são e que elas podem resultar em consequências desastrosas e desagradáveis? Se você é um dessas pessoas que pensa que pode fazer tudo e ficar ilesa, você está enganado. Se você tem um pingo de consciência, já escutou pelo menos os nomes das drogas mais conhecidas e sabe que cada um delas tem efeitos e consequências.

Alcoolismo juvenil em números

O álcool costuma ser a droga de mais fácil acesso por jovens e adultos devido a seu baixo custo e a divulgação nos meios de comunicação. Portanto, essa é a droga que, com seu consumo em excesso, mais causa impactos sobre a sociedade, entre eles acidentes de transito, dependência alcoólica, síndrome de abstinência e danos ao fígado, comprometendo a saúde e a rotina do usuário. O uso do álcool normalmente se inicia na adolescência, pois essa é uma delicada fase e complicada de lidar. Jovens e adultos são devidamente orientados sobre os riscos do álcool e, mesmo assim, por conta de seus possíveis problemas pessoais, utilizam a bebida como um “refúgio” dos problemas e das obrigações.

Os riscos da bebida e do cigarro

Tanto o álcool como o cigarro tendem a ser consumidos pelos adolescentes como uma maneira de se enturmarem, relaxar, ter status e charme. Mas esse consumo não necessariamente prova que os adolescentes sabem os riscos de utilizarem demasiadamente esses produtos. Estudos comprovam que o maior índice de fumantes e o crescimento do alcoolismo ocorre entre 13 a 19 anos. Mostram também que, quando não se tem um bom sistema familiar afetivo, é comum que os jovens façam uso da bebida e das drogas em busca de momento de prazer e alívio.

Distração recreativa ou risco de alienação?

Nem todos sabem ao certo os efeitos físicos da maconha – ressaltada entre outras drogas devido ao seu baixo custo e popularidade. No entanto, a população massiva, alheia à situação comportamental, midiática e política, mal percebe que o uso frequente dessa droga é apenas a “porta de entrada” para vícios muito maiores, como o crack. Tal alienação resulta na incapacidade de percepção da pressão social e pouco discernimento na hora de escolher se o uso da maconha deve ou não ser feito. – Por: Gabriela Branco e Thais Ornelas

Clique aqui para se drogar

Clique e drogue-se. Este é o slogan do I-doser, um programa de computador criado em 2006 por americanos, com o propósito de provocar mudanças nas ondas cerebrais do usuário e imitar o efeito causado por drogas como maconha, cocaína, heroína etc. A proposta do programa é bastante polêmica, pois funciona como um portal de “drogas virtuais”, e seus efeitos são bastante questionados. A ideia de um possível “tráfico virtual de drogas” também assusta e, se a venda das doses crescer nos próximos anos, algo assim pode se estabelecer. Independentemente dos efeitos reais do I-doser, esse tipo de prática seria muito pouco saudável para a população jovem. A partir do momento em que a palavra “droga” é citada e um slogan convidativo incentiva o uso do software, tudo aquilo que os pais e educadores tentam transmitir aos adolescentes a respeito das drogas conhecidas — são proibidas por lei, causam dependência, têm efeitos colaterais etc. — se confunde, perde o sentido. -Por: Ana Luísa Amaral e Julia Moioli.

Cachimbo da paz?

Muito tem se falado sobre os aspectos negativos e positivos sobre o uso da maconha e sobre as vantagens e desvantagens da legalização da droga no Brasil