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Cotas: uma solução inadequada

É inegável que, em um país com profundas desigualdades, é essencial que o Estado promova processos de inclusão, uma vez que é sua obrigação criar oportunidade para aqueles que não conseguem se aproximar do ideal de igualdade imposto pela Constituição e são condenados a permanecer às margens da sociedade. No entanto, existem duas formas de tentar corrigir esta situação: governos podem investir na melhora da qualidade de escolas públicas, garantindo um maior desempenho destes alunos nos vestibulares; ou a universidade pode discriminar esses alunos já marginalizados, dando pontos extras, garantindo uma fração das vagas para esse grupo exclusivo.

Cotas raciais: “jeitinho” brasileiro

O sistema de cotas raciais, é um projeto criado pelo governo com o intuito de aumentar a presença de alunos negros, pardos e índios nas universidades. O projeto vem causando discórdia entre muitos, que acreditam que o sistema de cotas seja racista.

Cotas universitárias: novo jeitinho brasileiro?

O tema das cotas universitárias nas faculdades públicas brasileiras ganha espaço em discussões ultimamente por elas poderem auxiliar ou prejudicar o aluno que está prestando vestibular. A adoção do sistema de cotas na sociedade brasileira se baseia na tentativa de corrigir a injustiça gerada pela escravidão no passado. Essa injustiça histórica fez com que índios e negros tivessem menos oportunidades de acesso ao ensino superior e, por esse motivo, grande dificuldade para arranjar empregos de qualidade. A instituição de cotas parte do principio de igualdade econômica, social e de ensino, para que a sociedade seja mais democrática. No Brasil esse sistema vem ganhando força desde 2002: recentemente, o Supremo Tribunal Federal brasileiro autorizou e incentivou a implantação do sistema de cotas, gerando muita polêmica e preocupando alunos de escolas particulares, já que eles acabam sendo os mais prejudicados. – Por: Catalina Serrano e Catarina Fernandez.

Cotas democráticas ou absolutistas?

O sistema de cotas universitárias foi proposto no Brasil com intuito de garantir igualdade na competição entre negros, brancos, estudantes de escola pública e particulares, por uma vaga em universidades federais. O projeto de lei 73/99 alega que afrodescendentes (negros) e estudantes de escolas públicas não têm as mesmas condições de garantir sua vaga se comparados como os brancos e estudantes de escolas particulares. Para diminuir essa diferença, é oferecido um bônus que varia de 8 a 10 por cento a mais na média final dos beneficiários.