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Carros sem direção?

Estamos vivendo um período de constantes descobertas tecnológicas, há muitas inovações no mercado, uma quantidade tão grande de produtos lançados e descobertas que permanecer informado sobre tudo isso se torna uma tarefa quase impossível. O processo de modernização pelo qual nossa civilização está passando não se restringe a áreas específicas, uma vez que avanços tecnológicos estão facilitando a execução de muitas tarefas. Um dos maiores objetivos da tecnologia é tornar nossas tarefas mais ágeis e fáceis. Muito se investiu na rapidez de computadores para otimizar nosso tempo em frente às telas; agora nossa constante corrida para economizar tempo chegou aos carros.

Déjà vu: uma falha no sistema

A expressão “déjà vu” (do francês “já visto”) é a sensação de já ter vivenciado uma situação específica mesmo que o senso comum lhe diga o contrário. Muitas pessoas têm uma teoria sobre o déjà vu. Chris Moulin, em 2000, já sabia a condição que propiciava o acontecimento do déjà vu (situações de estresse), mas não sua causa, então, fez tomografias do cérebro daqueles que permaneciam nessa eterna ilusão.

O núcleo da questão

Logo que avistamos o trifólio, cujo símbolo representa a provável presença de radioatividade em maior porção do que o normal na atmosfera naquele determinado local, já ficamos com os olhos arregalados pensando no verossímil perigo dela. Portanto, esse temor sobre o assunto é motivado devido a fatores externos, como a mídia e os filmes de ficção científica que nos mostram grandes acidentes causados pela radioatividade. Afinal, o que é a radioatividade e o que há por detrás desse assunto tão pouco compreendido?

O poder da genética

Em meio a diversas descobertas presentes nos dias de hoje, uma se destaca por seu caráter de ficção científica, ultrapassando a fronteira do que conhecíamos até agora. Essa tecnologia se chama Crispr-Cas9, ou apenas Crispr, como é conhecida popularmente. Crispr é a sigla para Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats (Repetições Palindrômicas Curtas Agrupadas e Regularmente Interespaçadas, na tradução livre) e foi descoberta em 1987 por Yoshizumi Ishino na Universidade de Osaka. Mas o que seria essa descoberta?

Nos limites da racionalidade

Nós, os homens, provemos de abundante falta de humildade e reconhecimento de insignificância. A Terra, apenas um dos planetas de um dos inúmeros sistemas do Universo, existe a cerca de 4,54 bilhões de anos. Somos tão pequenos diante de um universo tão extenso em termos de tempo e espaço. O próprio conceito de infinito é incompreensível para nós. Onde acaba o Universo? É infinito? Talvez, nosso conhecimento não seja capaz de absorver toda a verdade e a nossa realidade palpável, a única fonte que afirmamos ser digna de total confiança, seja um conceito questionável.

Explosões solares: risco distante

No dia 8 de março de 2012 aconteceu uma das maiores explosões solares até então registradas por nós. Segundo a Nasa, a explosão pode trazer pequenos efeitos na Terra e afetar os sistemas de posicionamento global (GPS), satélites e redes de energia – o que pode fazer com que aviões mudem suas rotas.