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A ascensão da matriz africana

A cultura africana foi discriminada ao longo dos séculos, desde sua inserção em solo brasileiro. Por meio do tráfico negreiro, os primeiros africanos vieram habitar o Brasil como escravos de engenho, de plantações e de lavouras. Seus costumes foram reprimidos e os escravizados foram obrigados a participar da catequização. No decorrer do tempo, seus costumes passaram a ser mais aceitos. Atualmente, a aceitação dos traços afros na estética tem crescido. O cabelo crespo cada dia tem deixado de ser considerado ‘cabelo ruim’, muitas youtubers de moda têm incentivado os negros a assumirem suas origens, deixando de lado os alisamentos e relaxamentos. Ademais, o samba (estilo musical de origem negra) tem tido uma grande repercussão mundial, as músicas se tornaram um símbolo nacional, por exemplo, a música “Isto Aqui, O que é?”, de Caetano Veloso.

A arte supera os estigmas

As doenças psíquicas afetam o cérebro, conduzindo os pacientes a deterioração de um pensamento organizado. Existem diversos tipos de psicoses, com diferentes graus de intensidade, porém uma das mais conhecidas por nós é a esquizofrenia. Essa patologia é uma doença crônica, (que se desenvolve geralmente na adolescência e na fase adulta) e transporta o paciente para além da realidade, ou seja, um mundo restrito a si mesmo, em que nada que se passa ao seu redor o afeta. Os fatores desencadeadores da doença são: a genética, o contato do humano com o meio em que está inserido, ou seja, o estilo de vida.

Vandalismo ou arte?

Muitos confundem grafite com a pichação. Mas há uma grande diferença: o grafite é considerado uma arte de rua, e a pichação uma atitude de vandalismo.

Arte de rua: comércio do talento?

Artistas de rua sempre foram atração nas diversas cidades do mundo, e em São Paulo não poderia ser diferente. Palhaços, músicos, malabaristas e estátuas vivas sempre encantaram os olhos de quem passasse pela av. Paulista, eleita o símbolo da cidade. Este cenário, porém, vem mudando: em Dezembro de 2010 iniciou-se a chamada “Operação Delegada”, uma parceria entre a Prefeitura e a Polícia Militar que colocou 6 mil policiais em seus horários de folga para combater o comércio ilegal. Os artistas de rua passaram a ser classificados como parte desse comércio, sendo vistos como prestadores de serviço com fins lucrativos sem taxação do governo. A arte de rua é uma forma de comercialização do talento e deve ser tratada com a mesma severidade que o comércio ambulante ou ela representa, para a sociedade, algo mais?

Inhotim: tesouro nacional a céu aberto

O Instituto Inhotim, uma das maiores riquezas artísticas do nosso país, é infelizmente pouco conhecido entre os brasileiros. Por quê? Talvez muitos brasileiros não consigam acreditar que possa existir um lugar tão rico em cultura e natureza como Inhotim! Mas quem conhece esse museu ao ar livre, com certeza se espanta com a beleza desse espaço – surpresa compartilhada pelos alunos do Colégio Stockler que visitaram esse espaço nos últimos dois anos. – Por: Ayeska Ariza e Luisa Pires

Raízes da cultura nos museus

As pessoas visitam museus, teatros, salas de cinema, observam cartas e documentos guardados há muitos anos – sem a curiosa idéia de saber como é possível preservar tais matérias e edificações históricas. Durante saída cultural de 2010, os alunos do Stockler viram de perto o funcionamento de museus paulistanos como o Museu de Arte Sacra e o Museu Afro-Brasileiro.

Inhotim: a arte respira a natureza

Arte. O que vem em sua mente quando ouve essa palavra? Um quadro? Uma pintura? Essas são coisas que a grande maioria das pessoas provavelmente pensaria. Mas o Centro de Arte Contemporânea Inhotim nos ensina outra lição: que não é preciso ter exclusivamente tela, tintas e pincel para poder fazer arte. Os alunos do Colégio Stockler que viajaram a Minas Gerais relatam o que acontece quando arte e natureza se encontram. – Por Juliana Almada e Vithória Escobar