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Arquivo de February, 2013

“Game over” para impostos sobre jogos importados?

Os produtos importados no Brasil chegam a custar o triplo do preço original nos países de origem. Com a insatisfação da população com os impostos cobrados sobre tais produtos, surgiram projetos para abaixar os preços dos produtos importados, como o “Jogo Justo”, que consiste em abaixar os preços de jogos no Brasil, que chegam a custar 250 reais – enquanto nos EUA custam somente 100 reais (50 dólares). Essa desigualdade entre valores só mostra que nosso país possui taxas extremamente altas: mesmo que sirvam para proteger o mercado brasileiro, elas poderiam ser mais baixas. – Por: Gabriel Faccin

A culpa é da lei de Murphy?

Por que tudo leva mais tempo do que todo o tempo que você tem disponível? Por que se você jogar fora alguma coisa que tem há muito tempo, vai precisar dela logo depois? Por que a única falta que o juiz de futebol apita com absoluta certeza é aquela em que ele está absolutamente errado? Por que, por mais bem feito que seja o seu trabalho, sempre acharão espaço para críticas? Por que a fila do lado sempre anda mais rápido? Tantas perguntas podem ter uma explicação: a lei de Murphy. Essa expressão sugere que se algo tem a menor chance de dar errado, certamente dará, podendo nos explicar ou ao menos nos confortar sobre tais acontecimentos.

Dinheiro acima do esporte

O futebol deixa de ser orgulho nacional e passa a ser o vexame nacional. Por que vamos ao estádio ver nosso time do coração jogar se o resultado já foi manipulado? A máfia do apito ficou famosa após escândalos em 2005 envolvendo o ex-árbitro de futebol Edílson Pereira de Carvalho. Tem como princípio básico apostas virtuais nas quais apostadores ou “compradores”, como são denominados, apostam em um jogo cujo resultado já sabem, manipulando assim os resultados das partidas de futebol e fazendo com que o esporte vire uma máquina programada. O esquema é tão sujo que, quando foi descoberto, as informações vazaram alegando que árbitros e administradores vendiam vitórias para apostadores dos dois lados.

Como definir o preconceito?

O dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, de Antônio Houaiss, foi acusado, recentemente, de conter alguns significados “pejorativos e preconceituosos”, principalmente o significado de cigano e o de racista. O Ministério Público Federal iniciou uma ação na Justiça Federal em 2009, contra o dicionário pelo o uso dos termos inadequados, com a justificativa do dicionário não ter mudado os termos conforme o recomendado. Com a retirada de circulação dos dicionários Houaiss, o mais completo dicionário do gênero já publicado no Brasil, a população que não tem culpa disso será prejudicada por não ter acesso a informações públicas. Por isto, é necessária a reavaliação da situação, para que ninguém seja prejudicado. Todos temos que reavaliar nossas concepções, e ter um pouco de bom senso. Afinal, quem é preconceituoso: nós ou o dicionário? Como definir o preconceito?

Beleza fora do padrão

O padrão de beleza brasileiro vem influenciando principalmente a mentalidade feminina sobre o corpo ideal. A mídia, principal transportadora dessa mentalidade, veicula imagens de corpos considerados perfeitos através dos mais variados formatos de programas, peças publicitárias, novelas, filmes, outdoors etc. – fazendo com que mulheres de todas as faixas etárias e principalmente as jovens vinculem essas imagens ao corpo ideal.

A versão do fato

A distorção das noticias, favorecendo interesses particulares, acaba afetando um dos princípios básicos do jornalismo, que é a imparcialidade. Mas acabamos acreditando na primeira coisa que ouvimos e ficamos por isso mesmo, por ignorância ou comodismo. Ficamos calados, aceitando opiniões impostas sobre nós. Achamos que somos livres e bem informados, donos de nossas opiniões e decisões, quando na verdade estamos sendo manipulados ao aceitarmos os interesses, explicações e respostas rasas dados pela mídia. A nossa falta de senso critico trás cada vez mais poder a essa mídia manipuladora. O bom jornalismo exige imparcialidade, saber, inteligência, boa informação. Cabe a nós cobrarmos isso. A mudança deve partir de cada um de nós. Ao lermos um artigo, precisamos perguntar se tudo o que se leu é mesmo verdadeiro, relacionar todos os fatos, buscar outras fontes de notícia. A indagação pode transformar o modo como vemos as coisas – existem sempre dois lados da história.

Redes sociais: um risco constante

Com mais de um bilhão de usuários por todo o mundo, as redes sociais, criadas para facilitar tarefas do cotidiano, oferecem a possibilidade de (re)encontro entre pessoas e também um espaço para todos exporem sua ideias e pensamentos. Porém acabam “superando” expectativas e ultrapassando o universo virtual, indo para o mundo real e, em alguns casos até afetando a vida profissional de muitos.

O mundo plastificado

Hoje em dia, as invenções criadas pelo homem servem sempre para facilitar sua vida de modo que são produzidas em grande escala sem pesquisar sobre as consequências, causando grande impacto ambiental. A sacola plástica é uma dessas invenções. Sem muitos estudos, as sacolas começaram a ser distribuídas em todos os estabelecimentos, hoje sendo um dos maiores problemas ambientais.

A conectividade cultural de R.I.

Relações Internacionais é um curso relativamente novo que envolve política, economia e direito. Durante a graduação, que leva em média 4 anos, os alunos estudam matérias como sociologia, economia, história e geografia, além de muita leitura e conhecimento de novas línguas. Com o objetivo de obter mais informações com alguém que já vivenciou esse curso, foi entrevistado George Abdul-Hak, formado em 2010 na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Atualmente com 23 anos e trabalhando com planejamento institucional e regulamentação na Telefônica/Vivo, George contou o motivo de ter escolhido cursar Relações Internacionais: “Escolhi Relações Internacionais, pois se trata de um curso multidisciplinar que envolve temas que me interessam bastante, como política e economia. Podia ter escolhido um curso de Economia ou de Ciência Política, mas optei por Relações Internacionais para obter uma visão mais abrangente e completa dos temas relacionados ao contexto internacional. Além disso, outro motivo para eu selecionar esse curso foi o forte interesse que eu tinha em ingressar na carreira diplomática”.

Uma vida com mais movimento

A dança é uma das três principais artes da Antiguidade, junto com a música e o teatro. Na Idade Média, ela era usada como uma celebração festiva, e ao longo da história ela foi se diversificando em diferentes estilos e funções. Sua importância foi crescente até a Modernidade, e atualmente ela é reconhecida como uma profissão. No entanto, esse reconhecimento ainda é incompleto, devido a inúmeros preconceitos relacionados à dança e à arte como um todo no mercado de trabalho. Para discutir sobre a falta de valorização da dança e sobre a sua importância, entrevistamos a bailarina Letícia Aragão, formada pelo Theatro Municipal.