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Arquivo de October, 2010

Violência urbana: indiscutível ou indiscutida?

Arma, bala, dinheiro, ameaça, má distribuição de renda, desigualdade, necessidade. Palavras soltas, que juntas formam uma rede complexa de violência e nos fazem refletir sobre criminalidade. Violência urbana: nós não procuramos entender, não procuramos solucionar e não deixamos de criticar. Violência urbana que engloba engravatados e descalços. Violência urbana que não se define. – Por Gabriela Quiles

Brooklin (mal) conservado

As ruas são utilizadas por todos na cidade, seja aqueles que andam por elas a pé ou aqueles que andam sobre o asfalto dentro de veículos automotivos (ônibus, carro ou qualquer outro). Mas as ruas necessitam de alguns cuidados para agradar todos que a utilizam. Será que as ruas de nosso bairro, o Brooklin, estão bem cuidadas? Será que elas agradam a todos que as utilizam?

Arte massificada… e exposta

O ser humano que vive no capitalismo pós-industrial é marcado por idéias e concepções lançadas pela indústria cultural, pela indústria que determina o nosso modo de vida por curtos períodos constantes de tempo. A aura é uma contemplação, uma coisa que aparece distante, mesmo que esteja perto. As massas atualmente, entretanto, não querem o distanciamento! Ao contrário, elas querem ter algo o mais próximo possível, perdendo o caráter único de cada coisa. Logo, a aura é destruída e ao invés da unidade e durabilidade, temos a transitoriedade e repetibilidade (imagem). Foi também por seguir os conceitos impostos pela sociedade na indústria cultural que o valor de culto (obras criadas a serviço de um ritual) deu lugar ao valor de exposição (obras criadas a partir de sua exponibilidade).

Reprodução e aura artística

Em seu texto filosófico, “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica,” Walter Benjamin discute as tendências evolutivas da arte e a reprodutibilidade técnica das obras. Essa reprodutibilidade refere-se ao fato de que as imagens e obras podem agora ser reproduzidas em massa. Benjamin menciona, inclusive, que “em sua essência, a obra de arte sempre foi reprodutível” e que a arte sempre foi reproduzida. Porém, a forma dessa reprodução evoluiu com o tempo, indo da xilogravura para a litografia e, enfim à fotografia e o cinema, onde a “mão foi liberada das responsabilidades artísticas mais importantes, que agora cabiam unicamente ao olho.”

Fama: tudo por ela?

Algumas pessoas são extremas em relação a conseguir fama. Vale a pena fazer de tudo para conquistar-la? Tem gente que quer ser famosa e acaba jogando tudo pra trás, mas será que vale qualquer coisa pra chegar até lá? As pessoas querem tanto essa tal de fama que acabam passando por situações bem inconfortáveis; estão tão determinadas a chegarem no topo, que acabam sofrendo golpes, pessoas que dizem que vão te ajudar e depois desaparecem, passam por humilhações etc.

Gravidade, de Newton a Einstein

A gravidade está presente a todo o momento, tudo o que vemos na Terra está sujeito aos efeitos da gravidade. Ela foi primeiramente identificada pelo cientista inglês Isaac Newton. Diz o mito que Newton estava embaixo de uma macieira e, quando uma maçã caiu, Newton começou a se perguntar o porquê de ela ter caído ao invés de ter flutuado. Ele associou esse fenômeno com o mesmo que deixa a Lua na órbita da Terra, criando assim o conceito de gravidade. Apesar de Isaac Newton ter demonstrado que a gravidade existe, ele não sabia explicá-la. Apenas após 200 anos alguém pôde explicá-la e mudar a visão que Newton passou; essa pessoa era um humilde físico alemão chamado Albert Einstein.

O Enem mudou… e agora?

Apesar da maioria dos estudantes não gostarem da mudança do ENEM, temos que ter em mente que ela só irá contribuir para um futuro ainda melhor; mesmo não agradando muito agora, futuramente fará a diferença.

Os tempos modernos chegaram

Ele cuidava de seu parceiro delicadamente, preocupado se ventava demais, se ele havia comido, se a areia encomodava, fazia carinho ali, carinho aqui. Eram dois homens.

Rio, mais um canteiro de obras?

Durante as Olimpíadas de 2016, quando você for sair de carro pelas ruas do Rio de Janeiro, você notará que tem menos trânsito? Será que finalmente as obras de transporte vieram a ajudar o Brasil? Os projetos de transporte, promovidos pelo governo do Rio de Janeiro, teram que ser benevolentes, pois a população tem esperança que a sua cidade melhore. Com mais de R$ 5 bilhões, o governo promete criar mais 26 quilômetros de metrô, 11 quilômetros de corredores de ônibus e mais.

Bloco de gelo vai mudar o clima

Na Antártida estão sendo registrados, de maneira cada vez mais frequente, desprendimentos de plataformas de gelo, aumentando o número de icebergs e, como consequência, o nível de água doce no Oceano Austral.