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Canto da Sociologia

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Como “ignorar” os anúncios que nos cercam?

Segundo o filósofo Adorno, “a Indústria Cultural impede a formação de indivíduos autônomos, independentes, capazes de julgar e de decidir conscientemente”. Ou seja, as propagandas criam seres incapazes de avaliar o que se deve ou não comprar, o que faz com que a desigualdade em nossa sociedade seja acentuada progressivamente pois vivemos uma distopia onde admitimos o “ter” como “ser”. – Por: Maria Fernanda Sasson e Mijal Mikalef.

Novo caminho da intolerância

No Brasil entre, 2002 e 2011, pesquisas por sites neonazistas aumentaram 400%. Esses números mostram um lado muito interessante da realidade brasileira. Jovens brancos com problemas familiares e sociais se sentem atraídos pelo ideal de discriminar grupos menores pois encontraram uma solução para os seus fracassos. De acordo com as crenças do neonazismo, esses grupos são considerados intrusos por terem tirado do jovem branco um espaço que é considerado dele por direito.

A Palavra com F

Há milhões de anos a humanidade nos levou a entender descobertas e questões incrivelmente complexas que construíram nossa história. Dos algarismos arábicos aos diferentes tipos de quarks, nossas mentes se abrem e evoluem. Mas em pleno 2014, há ainda um conceito, baseado na igualdade e no respeito, tão simples e básico, mas não entendido por grande parte da população: o feminismo.

O funk na cola dos pensadores!

Valesca Reis Santos, famosa cantora do funk carioca, gerou uma enorme polêmica no início do ano de 2014 com o hit “Beijinho no ombro”, atingindo quase quarenta milhões de visualizações no site YouTube até o final de setembro. Toda a discussão começou quando o professor Antonio Kubitscheck citou o nome artístico da cantora (Valesca Popozuda), em uma questão de uma prova de filosofia, chamando-a de “pensadora contemporânea”. Lisonjeada, ela devolve: “Agradeço ao professor Antônio por ter lembrado da Valesca Popozuda. Ele queria causar – vi a entrevista dele hoje –, mas ele não sabia que ia causar tanto desse jeito”. Em entrevista para o blog, Valesca responde que ainda há grande preconceito contra o funk – porém, ele está sendo quebrado aos poucos. – Por: Pedro Saliby