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Educação e carreira

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Os filhos da crise

Desde o início da crise econômica brasileira em 2015, muitos trabalhadores brasileiros viram-se desempregados de uma hora para outra. De acordo com o IBGE, o Brasil apresenta atualmente cerca de 13 milhões de desempregados, mas esse número tem caído em relação ao primeiro trimestre desse ano. A redução foi causada principalmente devido ao aumento de trabalhadores informais ou que trabalham por conta própria, algo que vem sendo cada vez mais comum nesses tempos de dificuldade e que tende ser uma saída para aqueles que perderam seus empregos. – Por: João Paulo Nagae.

A burrice do ensino

A Reforma do Ensino Médio, inicialmente proposta pelo governo de Michel Temer em setembro de 2016 como medida provisória e aprovada em fevereiro de 2017, é uma piada. Temer faz uma tentativa “cômica” de imitar o modelo de ensino dos Estados Unidos enquanto, ao mesmo tempo, suja a imagem da democracia, ao tentar impor uma “medida provisória” sem consultar a população. Um assunto importante como tal merece a participação de todos. Ainda mais, a proposta tenta encorajar a terceirização, que é basicamente a substituição de um professor por outro, geralmente menos qualificado, mas que trabalha por um salário menor. Esse terceirizado é apontado por uma empresa, que lucra com isso.

Cotas: uma solução inadequada

É inegável que, em um país com profundas desigualdades, é essencial que o Estado promova processos de inclusão, uma vez que é sua obrigação criar oportunidade para aqueles que não conseguem se aproximar do ideal de igualdade imposto pela Constituição e são condenados a permanecer às margens da sociedade. No entanto, existem duas formas de tentar corrigir esta situação: governos podem investir na melhora da qualidade de escolas públicas, garantindo um maior desempenho destes alunos nos vestibulares; ou a universidade pode discriminar esses alunos já marginalizados, dando pontos extras, garantindo uma fração das vagas para esse grupo exclusivo.

Mente imatura em encruzilhada

“Para o que você vai prestar?” e “Já sabe o que vai fazer?” são algumas das perguntas que mais assombram a maioria dos adolescentes brasileiros. A escolha da profissão no período do fim do Ensino Médio é um momento de pressão, estresse e, muitas vezes, escolhas erradas feitas pelos vestibulandos. Mas será que quem está errado é o estudante, ou é esse sistema que obriga jovens a fazerem escolhas tão importantes ainda tão cedo?

Por dentro da gestão

Numa terça feira em setembro, o profissional Marcio Mota, de 46 anos foi entrevistado para contar um pouco sobre sua experiência profissional. Ele se formou na Universidade Mackenzie em administração e direito. Hoje ele exerce essas duas áreas no D’Avó Supermercados, que tem 33 anos de existência.

A mecânica do trabalho

No dia 10 de setembro de 2016, entrevistei Victor César Aveiro, engenheiro mecânico formado na UnB. Ele atualmente mora em Brasília, cidade onde se formou como engenheiro.

A construção do amanhã

Escolher o que cursar na faculdade no auge da adolescência não é uma simples decisão. Até mesmo aqueles que descobrem um dom têm dificuldade para escolher uma área entre as inúmeras que compõem o atual mercado. Para definir a profissão com menos de 18 anos é necessário um processo investigativo, além de autoavaliar-se e refletir sobre todas as opções convenientes. Além de identificar-se com a área, há vários outros fatores influentes na escolha de uma carreira profissional. Com o objetivo de auxiliar seus alunos em uma das grandes escolhas de suas vidas, o Colégio Stockler promove o Mergulho nas Carreiras. O evento apresenta profissionais e universitários em painéis, palestras e bate-papos sobre diferentes profissões, eleitas de acordo com o interesse dos próprios estudantes. – Por: Bruno Hercules.

A balança do seu futuro

Vestibular. Uma palavra que vem carregada de inúmeros significados. Para uma esmagadora maioria, é aterrorizante, para o resto… Na verdade não existem jovens entre 15 e 18 anos que não fiquem incomodados com o fato de uma única prova decidir boa parte de seu futuro. É visível que o sistema de educação brasileiro falha nesse ponto, ao julgar milhões de alunos pelo seu desempenho em apenas um fim de semana de sua longa vida estudantil. Pelo menos até o final da próxima década, isso não mudará. Resta aos candidatos, preparar-se o máximo possível para quando o grande dia chegar. Não é raro que haja um considerável número de estudantes que, já no final do Ensino Médio, não saiba o que cursar na faculdade. Hoje, apresento a esses alunos, uma das carreiras que mais me impressionaram no evento Mergulho nas Carreiras, do Colégio Stockler.

Psicologia: além do clichê

No dia 20 de agosto, os alunos do Colégio Stockler tiveram a oportunidade de participar do evento Mergulho nas Carreiras. Por meio de palestras, painéis e oficinas, o evento amplia a visão profissional dos jovens em relação à sua futura carreira. Uma das escolhas mais procuradas entre os alunos foi a psicologia, que teve uma bancada formada de quatro profissionais e uma estudante, cada um com uma especialização. Vale mencionar que, para entender melhor o ofício, é preciso conhecer sua definição: a psicologia é uma ciência que estuda o comportamento e os processos mentais (razão, sentimentos, pensamentos, atitudes).

Rumo ao mundo do trabalho

O colégio Stockler promove, desde 2009, um evento conhecido como Mergulho nas Carreiras. A 7º edição desse projeto ocorreu no dia 20 de agosto de 2016 e apresentou profissões aos estudantes com o objetivo de aproximá-los da realidade no mundo do trabalho. O programa trouxe estandes de universitários para mostrar seus cursos mais concorridos e profissionais que falaram sobre suas respectivas profissões em painéis, oficinas e palestras. Ao assistirmos a oficina de medicina, executada por uma profissional da universidade Anhembi Morumbi, tivemos a possibilidade de realizar exercícios relacionados à reanimação cardiopulmonar (RCP), utilizando como instrumento um boneco para procedimentos médicos e um desfibrilador. Durante a experiência, tivemos a participação de alunos com diferentes faixas etárias que ficaram cientes da importância de saber realizar primeiros socorros.