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Cotidiano e Cidade

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Brasil: o país do estrangeiro

Com as Olimpíadas e a Copa do Mundo, o governo brasileiro se esforçou para criar uma imagem satisfatória para a plateia estrangeira. Apesar da boa impressão causada pelo Brasil no resto do mundo, a maior parte do iceberg permanece nas profundezas. Diversos veículos de comunicação de vários países elogiaram o Brasil em momentos como a abertura elaborada do megaevento olímpico. Depois desse espetáculo para o público internacional, o que os brasileiros precisam fazer é torcer para que o governo se preocupe com o seu povo e não só com o resto do mundo. – Por: Ana Luiza Lopes e Gabriela Guedes.

Patinhas unidas por boa causa

Muitos dizem que o cachorro é o melhor amigo do homem, assim como o gato é o companheiro. Por que então tanta gente insiste em deixá-los para trás? O número de animais abandonados no Brasil, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, já passa de 30 milhões, sendo que 20 milhões são cachorros e 10 milhões, gatos. Esses animais abandonados encontram-se em abrigos e ONGs protetoras de animais ou sobrevivendo nas ruas das cidades.

Rede antissocial

Antigamente, nos navios negreiros, na exploração dos bandeirantes, nas senzalas e plantações de algodão. Mais tarde, no mercado de trabalho. E agora, principalmente nas redes sociais. O preconceito está presente no dia a dia dos brasileiros há séculos. Entretanto, com o anonimato que atualmente se consegue por trás da tela de um computador, é mais fácil de se posicionar e argumentar covardemente sobre teorias de ”raças superiores”.

Pokémon GO: diversão perigosa

O alicativo já conquistou milhões de fãs, e no Brasil não foi diferente, mas vários usuários foram roubados enquanto jogavam pelo país Pokémon GO é um jogo em que é preciso capturar criaturas virtuais em cenários do mundo real. O sistema de GPS do celular avisa quando um pokémon está por perto para ser capturado. Mas a total distração dos […]

Drástica realidade aumentada

O game “Pokémon Go” chegou ao Brasil, e assim como o número de jogadores vem crescendo a cada dia, a quantidade de atropelamentos e assaltos a celulares também aumentou.

Fiasco olímpico

Em meio a uma crise política e financeira, o Brasil, com a chegada das Olimpíadas, torna-se mais uma vez o alvo da atenção mundial. E mediante ao desempenho duvidoso do país em sediar a Copa do Mundo, nós questionamos a capacidade da “Cidade Maravilhosa” em sediar um evento de extrema relevância.

Uma batalha além dos quadrinhos

Durante décadas, quadrinhos americanos que apresentam histórias de super-heróis e super-vilões foram opção de divertimento para gerações de crianças e adolescentes. Os heróis, que são até os dias de hoje considerados como deuses, servem de inspiração para meros mortais. A função desses seres fictícios é defender o bem e a paz, sempre na luta do bem contra o mal. Mas as histórias desses heróis estão entrelaçadas com ocorridos e acontecimentos do mundo real.

Como “ignorar” os anúncios que nos cercam?

Segundo o filósofo Adorno, “a Indústria Cultural impede a formação de indivíduos autônomos, independentes, capazes de julgar e de decidir conscientemente”. Ou seja, as propagandas criam seres incapazes de avaliar o que se deve ou não comprar, o que faz com que a desigualdade em nossa sociedade seja acentuada progressivamente pois vivemos uma distopia onde admitimos o “ter” como “ser”. – Por: Maria Fernanda Sasson e Mijal Mikalef.

O comum também é bonito

Vivemos em uma sociedade que busca a perfeição 24 horas por dia, sete vezes por semana. Nossos ideais surgem a partir de imagens e vídeos de propagandas nas quais vemos mulheres mostrando o corpo “perfeito” para os padrões de hoje. Temos provas de que o que vemos é manipulado, feito por computadores, mas apesar disso, jovens continuam morrendo e sofrendo por causa de dietas extremas. A parte da sociedade menos influenciada por esses padrões de beleza impostos são as crianças. Uma pesquisa foi feita na escola St. Edmund’s Academy em Pittsburgh, Estados Unidos; nela, as crianças entrevistadas foram apresentadas a uma nova boneca chamada Lammily.

Crises da crise hídrica

A crise hídrica vem se agravando de vários anos pra cá, e só recentemente a gravidade da crise foi trazida a público. Segundo especialistas, isso se deve à falta de transparência do governo na gestão da crise hídrica e à falta de uma estratégia secundária, caso a atual dê errado. A diminuição de precipitações e o desmatamento desenfreado da área em volta das reservas também ajudou a piorar a situação. Desde o dia 12 de julho de 2014 já estamos utilizando o chamado volume morto da represa, que é quando a água reservada fica abaixo do nível das comportas da SABESP. Em abril, o Sistema Cantareira recebeu menos do que a metade da água esperada para o mesmo período do ano.