Criado no intuito de incentivar a educação política, o voto facultativo para jovens de 16 anos vem gerando controvérsias entre jovens e adultos. O jovem de hoje afirma que, se não tem maioridade penal, não há razão para votar aos 16. O nome já diz: com o “voto facultativo”, adolescentes de 16 e 17 anos não são obrigados a votar. Mas isso funciona como um incentivo para que cada vez mais cedo o jovem brasileiro se preocupe com a política do país, já que em alguns anos somos nós que iremos herdar o mundo que os adultos decidem hoje. Entretanto, votar por votar não é a solução. É necessário que o jovem que decide votar aos 16 pesquise sobre seu candidato, veja seus mandatos e propostas e faça uma escolha responsável. - Por: Amanda Baldacone e Laura Magalhães.
Você pode perguntar para qualquer aluno no terceiro ano do ensino médio que universidade pretende prestar e sua resposta quase sempre será USP. Porém, não é qualquer um que entra nela: para entrar, assim como em qualquer faculdade, precisa fazer algo chamado vestibula. No caso da USP, será que a avaliação em apenas uma prova é o certo? As escolas devem incentivar o jovem para que ele possa aprender a viver na nossa sociedade. Porém, muitas vezes o ensino passado nas escolas segue apenas para a aprovação do aluno no vestibular de boas universidades. - Por: Pedro Henrique Ricchetti